eu miro em muitos alvos , caixas de meus risos, sem querer são a força da minha auto-estima. eu mantenho sobre mim um abrigo onde todos podem se achegar , no qual eu mesma não posso palpar , usar pra esconder todos os meus problemas lá. acabou eu , sendo alvo de mim mesma , das coisas que faço e planejo com antecedência; eu sei que é ponto firme viver arriscando. mas eu não criei razões concretas receptivas de muito diálogo familiar para simplesmente saber que tenho que arrisca. eu preciso, mesmo que pouco , usar a razão. as lágrimas que caíam agora pouco de meu rosto, secaram-se ao verem as palavras mórbitas , sem sentido, sem rumo, que tomaram atenção de meu cérebro e dedos, e fez com que se tirasse a culpa de meus ombros, largos ombros! estou carente, não de amor, não de carinho, não de amigos ou de papos, mas de sínteses , abrigo, sombra e agua fresca. cansei de procurar um lugar meu e de todos, ao mesmo tempo. quero ir pra onde eu não tenha mais preocupação com o que dizem. apenas eu, eu não vou estar asós. vou levar meus amores inventados e minhas histórias que nunca foram lidas. eu queria já estar preparada para ouvir de tudo, tudo em tudo. ser antecipada nos pressentimentos só me fortalece pro pior, mas e os melhores? é nessa dúvida que eu arrisco meus passo, dou 2ª chance ao acaso , mas não mudo o meu EU. até que eu o erre também
ouvindo : Nickelback - never gonna be alone ♫
ps. não entenda o que escrevo , observe apenas. um dia sentirá o mesmo , e fará das minhas as suas palavras :]
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